Estou revendo A escrava Isaura. Nesse episódio Zeni Pereira como Januária constata que nunca será livre. Mal sabia a personagem que dez anos depois, em 1885, seria assinada a lei saraiva-cotegipe condenando os escravos com mais de 65 anos ao deus dará.

Mais tarde, 13 anos depois, a “redentora” assinaria (quem sabe à contragosto) a lei áurea. Acredito que Januária estava lá para ver e imagino qual foi seu destino como mulher “livre”, já com mais idade, sem nenhuma instrução. De qualquer forma, gosto de pensar que qualquer que tenha sido seu destino… O gosto da liberdade lhe deu alguma força para prosseguir.

Notem que Januária indica como uma das justificativas para a escravidão o racismo através de um gesto característico, que nós aqui em casa usamos até hoje. Isaura faz questão de diminuir o raciocínio da negra, dizendo que houve escravos brancos como ela. Se até mesmo alguns abolicionistas desmereceram o preconceito de cor, a coisa ia bem viu. Ou melhor, vai bem. #SQN

The problem we all live with é certamente é uma das mais conhecidas de Norman Rockwell e talvez a mais importante delas quando o assunto é o retrato de uma menina negra. Conta a estória de Ruby Bridges, uma garotinha de 6 anos de idade matriculada numa escola de brancos durante a efervercência da luta pelos direitos humanos.

Quatro policiais fazem sua escolta, obrigados a viver o mesmo que a garotinha. Tenho a impressão que um deles cerra o punho direito. Afinal o que ele sente? Indignação pela violência dirigida à menina… Ou raiva por ela ter seu direito à educação garantido? Na parede a palavra nigger está esmaecida, talvez a denúncia de que o racismo existe e não pode ser simplesmente apagado.

The problem we all live with é certamente é uma das mais conhecidas de Norman Rockwell e talvez a mais importante delas quando o assunto é o retrato de uma menina negra. Conta a estória de Ruby Bridges, uma garotinha de 6 anos de idade matriculada numa escola de brancos durante a efervercência da luta pelos direitos humanos.

Quatro policiais fazem sua escolta, obrigados a viver o mesmo que a garotinha. Tenho a impressão que um deles cerra o punho direito. Afinal o que ele sente? Indignação pela violência dirigida à menina… Ou raiva por ela ter seu direito à educação garantido? Na parede a palavra nigger está esmaecida, talvez a denúncia de que o racismo existe e não pode ser simplesmente apagado.

Imagine you, visiting the Louvre Museum for the very first time.
Do you have only 5 minutes because the next day you will flight away. What piece of art will you visit, La Bohemienne (Frans Hals) or La Gioconda?

Imagine you, visiting the Louvre Museum for the very first time.

Do you have only 5 minutes because the next day you will flight away. What piece of art will you visit, La Bohemienne (Frans Hals) or La Gioconda?

derivativeumwelt:

Odysseus and Penelope 
by Francesco Primaticcio

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Odysseus and Penelope 

by Francesco Primaticcio

Weapons #streetart

Weapons #streetart

Blank walls are criminal #streetart

Blank walls are criminal #streetart

Sergei Mikhailovich Eisenstein (23 January 1898 – 11 February 1948), né Eizenshtein, was a pioneering Soviet Russian film director and film theorist, often considered to be the “Father of Montage”. He is noted in particular for his silent films Strike (1924), Battleship Potemkin (1925) and October (1927), as well as the historical epics Alexander Nevsky (1938) and Ivan the Terrible (1944, 1958).

alecshao:

Emil Alzamora - Shift (2008)

alecshao:

Emil Alzamora - Shift (2008)

uncollectible:

Frans Pourbus the younger (1569–1622)
Portrait of Marie de Médici, 1611
Height: 142 cm (55.9 in). Width: 127 cm (50 in)

uncollectible:

Frans Pourbus the younger (1569–1622)

Portrait of Marie de Médici, 1611

Height: 142 cm (55.9 in). Width: 127 cm (50 in)


Marie de Médicis (26 April 1575 – 4 July 1642), Italian Maria de’ Medici, was Queen consort of France, as the second wife of King Henry IV of France, of the House of Bourbon. She herself was a member of the wealthy and powerful House of Medici. Following the assassination of her husband in 1610, which occurred the day after her coronation, she acted as regent for her son, King Louis XIII of France, until he came of age. She was noted for her ceaseless political intrigues at the French court and extensive artistic patronage.

Marie de Médicis (26 April 1575 – 4 July 1642), Italian Maria de’ Medici, was Queen consort of France, as the second wife of King Henry IV of France, of the House of Bourbon. She herself was a member of the wealthy and powerful House of Medici. Following the assassination of her husband in 1610, which occurred the day after her coronation, she acted as regent for her son, King Louis XIII of France, until he came of age. She was noted for her ceaseless political intrigues at the French court and extensive artistic patronage.